sexta-feira, 26 de novembro de 2010

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Que é pra você que eu guardo todo aquele sonho bom!








Olhos rasteiros, pequenas parábolas verdejantes

olhos inqueitos, viés de viajante

olhos de vício e reza
de silêncio e espera

Olhos, olhares, janelas, pórticos, andaimes e andares



ao fim do dia cada cílio se põe
fecham-se as cortinas de asas
despeça-se pingo de luz



Morava naquela casa de casca, batia as persianas de lascas
de noite punha os braços ao redor dos travesseiros de vácuo

solidão era só um teor sem drink



Me faz uma falta esse teu não espaço, mas me enche de contentamento aqueles que tu preenche tão bem...

a escrita viceja

nos desertos literários







Lealdade

 
ah, sim, passe no guichê 5 e pegue a sua





quinta-feira, 18 de novembro de 2010

sábado, 13 de novembro de 2010

    e se você pudesse refazer este momento agora?

                     eu não sei, só existe um agora de cada vez.

domingo, 7 de novembro de 2010







O Fortuna
velut luna
statu variabilis,
semper crescis
aut decrescis.
vita detestabilis,
nunc obdurat
et tunc curat;
ludo mentis aciem,
egestatem,
potestatem
dissolvit ut glaciem.