quinta-feira, 25 de novembro de 2010






Olhos rasteiros, pequenas parábolas verdejantes

olhos inqueitos, viés de viajante

olhos de vício e reza
de silêncio e espera

Olhos, olhares, janelas, pórticos, andaimes e andares



ao fim do dia cada cílio se põe
fecham-se as cortinas de asas
despeça-se pingo de luz


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