segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Então termina essa parte da história que você conhece, nesse tráfego de cimento, onde as coisas sobem e descem, a poesia acontece.





Não sei porque você me olha assim, não vê que antes de pensar, você já sabia?


Tava sem espaço no peito, as paredes do coração pareciam se fechar, então corria os braços no gesto mais absurdo: buscava abrir o mundo pra respirar profundo.



Acreditava na falta de razões, e por isso mesmo tinha razão.

Diziam que falava muitos palavrões, segurava os pinos da cuca, melhor que essa merda de porra de consciência bosta e escrota do caralho.

Tá ouvindo os sinos?
Tô.
Pois é, nem sabia que já era hora de pastar.

Um comentário:

  1. Então irei lhe contar uma historia:

    Uma vez uma guria saiu do sul para passar suas ferias no Rio de Janeiro com direito a dias de sol e tbm dias turbulentos visitou museu amigos conheceu sorrisos bebeu chopps teve como uma segunda casa o amarelinho sonhou sorriu chorou e sonhou no fim a guria tem que vir mais ao rio assim mesmo sem virgulas pontos ou reticencias



    Saudades da gabi S2

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